Website Ribbon NOVAS DO GATTO

domingo, 8 de novembro de 2009

JOSE DE ALENCAR - UMA LIÇÃO DE CORAGEM E DE HUMILDADE


A humildade ...


Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos, deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual ele se submete na tentativa de controlar o sarcoma, um câncer agressivo e recidivo, diagnosticado pela primeira vez em 2006.

A abordagem de agora consiste em quatro sessões semanais de quimioterapia. A químio foi decidida pelos médicos uma vez que o câncer de Alencar, com vários nódulos na região do abdômen, não respondeu a uma medicação ainda em fase experimental, em testes no hospital MD Anderson, centro de excelência em pesquisas oncológicas, nos Estados Unidos. Desde o início desse tratamento, em maio, o sarcoma cresceu cerca de 30%. A químio é uma tentativa de conter o alastramento do tumor.

Visivelmente abatido, quase 10 quilos mais magro, Alencar recebeu a repórter Adriana Dias Lopes na sala 215 do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, enquanto passava pela primeira sessão de químio. O encontro durou cerca de uma hora. Nos primeiros dez minutos, o vice-presidente comeu dois hambúrgueres e tomou um copo de leite.. Alencar chorou duas vezes. Ao falar de seus pais e da humildade, a virtude que, segundo ele, a doença lhe ensinou.

Como o senhor está se sentindo?

Está tudo ótimo: pressão, temperatura, coração e memória. Tenho apetite, inclusive – só não como torresmo porque não me servem. O meu problema é o tumor. Tenho consciência de que o quadro é, no mínimo, dificílimo – para não dizer impossível, sob o ponto de vista médico. Mas, como para Deus nada é impossível, estou entregue em Suas mãos.

Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável?

Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público – ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.

O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar?

Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar.

Como a doença alterou a sua rotina?

Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum.

O senhor não passa por momentos de angústia?

Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso.

O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?

A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.

É penoso para o senhor praticar a humildade?

Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.

Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?

Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina".

O que significa isso?

Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir.

O senhor tem medo da morte?

Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.

O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado?

Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte.

O senhor se tornou mais devoto com a doença?

Sou de família católica, mas nunca fui de ir à missa. Nem agora faço isso. Quando a coisa aperta, rezo o pai-nosso. Ultimamente, tenho rezado umas duas, três vezes ao dia.

Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?

Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".

VOTE CONTRA PROJETO DE LEI 4548/98 - VOTEM CONTRA !!!


Clique na Imagem para ler o texto ampliado



Já está pronto para ser votado, o projeto de lei 4548/98, que exclui os animais domésticos


e domesticados do artigo 32 da lei 9605/98 de crimes ambientais. Se esse projeto de lei for aprovado, a farra do boi, briga de galos, vaquejadas, etc deixarão de ser consideradas crimes.


Cães, gatos, cavalos, e outros animais poderão ser tratados com toda crueldade que a polícia não tomará nenhuma providência. É bom saber quem são os ilustres mentores da lei (e guardar os nomes!!)


O Deputado JOSÉ THOMAZ NONÔ, em seu Projeto de Lei 4548/98 propõe a alteração do referido artigo 32 para que sejam  excluídos os animais “domésticos ou domesticados”, ou o DEPUTADO ANTÔNIO EBLING, em seu Projeto de Lei 4790/98


propõe a total mudança do artigo para que se possa “considerar lícita a conduta da pessoa que pratica abuso, maus-tratos e ato de ferir ou mutilar animais quando tal comportamento for destinado à atividade científica, cultural recreativa ou desportiva”.


Para JOSÉ THOMAZ NONÔ e outros Deputados como o ilustre FERNANDO DE FABINHO, que propõe a legalização de disputas entre animais - “decisões do Poder Judiciário estão impedindo a realização de eventos regionais, arraigados na cultura popular brasileira, como rodeios, cavalhadas e vaquejadas.

sábado, 7 de novembro de 2009

PARA RECORDAR - GLADYS KNIGHT AND THE PIPS




NEITHER FOR US

It's sad to think, we're not gonna make it


And it's gotten to the point where we just can fake it (Ooo)

For some unGodly reason we just won't let it down (let it down)

I guess neither one of us (neither one of us)

Wants to be the first to say good bye



I keep on wondering (wondering)

What I'm gonna do with out ya (do without you)

And I guess you must be wondering that same thing too (Ooo)

So we go on go on together living our lives (living our lives)

Because neither one of us (neither one of us)

Wants to be the first to say good bye

Oooooh ev'rytime I find the nerve

Everytime I find the nerve to say I'm leavin' (leavin')

Oh, memories, those old memories get in my way (my way my way)

Oh (Ooo) Lord knows it's only me only knows it's only me

That I'm deciving

When it comes to say good bye

That's a simple word that I just cannot say

There can be no way (be no way)

This can have a happy ending (happy ending)

So we just go on (we go on) hurting and pretending

And convincing ourselves to give it just one more try (one more try)

Because neither one of us (Neither one of us)

Wants to be the forst to say

Neither one of us (neither one of us) Wants to be the first to say

Neither one of us (Neither one of us) wants to be the first to say

Fairwell my love, goodbye (goodbye



CREPES DE SIRI COM CATUPIRY


Ingredientes


1 kg de Siri
4 ovos
1/2 litro de leite
250 gr de farinha de trigo
1 pitada de sal
1 colher sopa de conhaque
50 gr de manteiga
1 cx de creme de leite
1 cx de queijo catupiry
1 cebola
coentro, pimenta de cheiro, molho vermelho, alho, azeite.
 
Massa


Bater no liquidificador os ovos, leite, farinha de trigo, sal e 1 colher de conhaque, depois de misturada, misturar a manteiga derretida. Deixar a massa descansar por 30 minutos e fazer os crepes.

Recheio

1 kg de siri refogado com todos os temperos, cebola, alho, coentro, pimenta de cheiro, cebolinha, fondor, tomates, etc. Depois dos crepes prontos rechea-los e arrumar-los num pirex amanteigado e cobri-los com o seguinte. Leva-se ao fogo em banho-maria, uma caixa de queijo catupiry com uma lata de creme de leite. Mexe-se até ficar todo uniforme. Joga-se esse creme por cima dos crepes, já arrume no pirex, e salpica-se bastante queijo ralado. Leva-se ao forno só para gratinar.

ADEUS A ANSELMO DUARTE o PAGADOR DE PROMESSAS


O ator e diretor de cinema Anselmo Duarte, de 89 anos, morreu na madrugada deste sábado (7). A notícia foi confirmada pelo setor de informação de pacientes do Hospital das Clínicas de São Paulo, onde ele estava internado desde o dia 27 de outubro. Ator, roteirista e diretor, Anselmo Duarte nasceu em Salto (SP), em 21 de abril de 1920. Aos dez anos de idade, Anselmo teve o primeiro contato com o cinema. Ele foi contratado como molhador de tela: a cada dois rolos de fita (material altamente inflamável), era preciso jogar água no projetor para evitar incêndios. Como ator, seu primeiro trabalho foi no filme inacabado de Orson Welles, It's all True (1942). Depois disso, virou o maior galã brasileiro dos anos 40 e 50. Suas atuações em Tico-Tico no Fubá, ao lado de Tonia Carreiro, e Sinhá Moça merecem destaque. Também dirigiu clássicos do cinema nacional, como Absolutamente Certo e Vereda da Salvação. Anselmo ganhou a única Palma de Ouro dada a um filme brasileiro no Festival de Cannes. Foi com O Pagador de Promessas, de 1962, que ele roteirizou e dirigiu. O diretor concorreu ao prêmio com Luis Buñuel, (O Anjo Exterminador), Michelangelo Antonioni (O Eclipse) e Robert Bresson (O Julgamento de Joana d'Arc). No mesmo ano, O Pagador de Promessas também disputou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Atuação de Anselmo Duarte no cinema:

Como diretor:

• Os Trombadinhas (1979)
• O Crime do Zé Bigorna (1977)
• Já Não Se Faz Amor como Antigamente (1976)
• Ninguém Segura Essas Mulheres (1976)
• O Descarte (1973)
• Um Certo Capitão Rodrigo (1971)
• O Impossível Acontece (1969)
• Quelé do Pajeú (1969)
• Vereda de Salvação (1964)
• O Pagador de Promessas (1962)
• Absolutamente Certo (1957)

Como roteirista:

• O Caçador de Esmeraldas (1979)
• O Crime do Zé Bigorna (1977)
• Já Não Se Faz Amor como Antigamente (1976)
• Ninguém Segura Essas Mulheres (1976)
• O Descarte (1973)
• Independência ou Morte (1972)
• Um Certo Capitão Rodrigo (1971)
• O Impossível Acontece (1969)
• Quelé do Pajeú (1969)
• Vereda de Salvação (1964)
• O Pagador de Promessas (1962)
• As Pupilas do Senhor Reitor (1961)
• Absolutamente Certo (1957)
• Depois Eu Conto (1956)
• Carnaval em Marte (1955)

Como ator:

• Brasa Adormecida (1987)
• Tensão no Rio (1982)
• Embalos Alucinantes (1978)
• Paranóia (1977)
• Já Não Se Faz Amor como Antigamente (1976)
• Ninguém Segura Essas Mulheres (1976)
• A Casa das Tentações (1975)
• A Noiva da Noite (1974)
• O Marginal (1974)
• Independência ou Morte (1972)
• A Madona de Cedro (1968)
• Juventude e Ternura (1968)
• O Caso dos Irmãos Naves (1967)
• A Espiã Que Entrou em Fria (1967)
• As Pupilas do Senhor Reitor (1961)
• Un rayo de luz (1960)
• O Cantor e o Milionário (1958)
• Absolutamente Certo (1957)
• Arara Vermelha (1957)
• Depois Eu Conto (1956)
• O Diamante (1956)
• Carnaval em Marte (1955)
• Sinfonia Carioca (1955)
• Sinhá Moça (1953)
• Veneno (1952)
• Apassionata (1952)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

FRASE DO DIA


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

PROPAGANDA DA TELEFONICA

TILAPIA COM ABOBRINHAS



INGREDIENTES

02 filet tilápia

01 abobrinha italiana

01 colher (café) raiz forte (wasabi, tempero japonês)

300 grs de camarao

100 ml creme leite sem soro

100 ml molho shoyu Pirata

1 pedaço gengibre

1 colher (café) gergelim preto

Sal



MODO DE PREPARO

Misture a abobrinha com a raiz forte e o sal. Refogue o camarao na manteiga.
Recheie a tilápia, prenda com palito, regue com um pouco de creme de leite e leve ao forno. Refogue o gengibre, o gergelim e, em seguida, o shoyu Pirata. Deixe ferver bem. Após assada, cobrir com o molho e servir

SE VOCE CONSEGUE . . .



Se você consegue começar o dia sem cafeína para despertar...


Sem uma gota de álcool para se alegrar no fim da tarde e, à noite,

consegue ir para a cama sem nenhum comprimido para dormir...

Se você consegue manter o bom humor, ignorando os males do mundo e as suas próprias dores...

Se consegue engolir as queixas e evitar aborrecer os outros com seus problemas...

Compreender quando as pessoas - mesmo as que te amam - estão ocupadas pra te atender agora...

Se você consegue suportar a crítica e aceitar a censura, mesmo por um erro que não cometeu...

Se você consegue relevar a grosseria das pessoas, sem se revoltar...

Enfrentar a vida sem mentiras e falsidades...

E, do fundo do coração, não ter qualquer preconceito de raça, crença, idade ou opção sexual...

Se você consegue comer a mesma comida todos os dias e continuar feliz...

Se depois de horas de solidão você consegue, sem cobranças, receber a quem chega com imensa alegria...

Se consegue amar incondicionalmente, sem esperar nada em troca...

E acreditar que cuidarão de você até o fim da vida...

Se você consegue isso, amigo(ª), você é quase tão perfeito quanto o seu cão!

GENTE QUE EU GOSTO - Mario Benedetti





Antes de mais nada gosto da gente que vibra,


que não é necessário empurrar,

que não se tem que dizer que faça as coisas

e que sabem o que tem que ser feito

e o fazem em menos tempo que o esperado.

Gosto da gente com capacidade de medir as consequências de suas acções.

A gente que não deixa as soluções para a sorte decidir.

Gosto da gente exigente com seu pessoal e consigo mesma,

mas que não perde de vista que somos humanos

e que podemo-nos equivocar.

Gosto da gente que pensa que o trabalho em equipa entre amigos

produz às vezes mais que os caóticos esforços individuais.

Gosto da gente que sabe da importância da alegria.

Gosto da gente sincera e franca,

capaz de opor-se com argumentos serenos e racionais

às decisões de seus superiores.

Gosto da gente de critério,

a que não sente vergonha de reconhecer

que não conhece algo ou que se enganou.

Gosto da gente que ao aceitar seus erros,

se esforça genuinamente por não voltar a cometê-los.

Gosto da gente capaz de criticar-me construtivamente e sem rodeios:

a essas pessoas as chamo de meus amigos.

Gosto da gente fiel e persistente

e que não descansa quando se trata de alcançar objectivos e ideais.

Gosto da gente que trabalha para lograr bons resultados.

Com gente como esta, me comprometo a tudo,

já que por ter esta gente ao meu lado me dou por satisfeito.