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segunda-feira, 24 de março de 2014

REGRAS PARA O VINHO

Pode-se dizer que a regra número um para se tomar vinho é que ele é bebido alternadamente com a água. Onde houver uma garrafa de vinho, deve haver uma jarra de água preferencialmente bem fria ou gelada, para ser tomada moderadamente, ao longo da refeição.

A principal razão para isso é que o vinho pode ser refrescante, mas não é hidratante. Ao contrário, o álcool que ele contém é um diurético, ou seja, provoca a eliminação da água do organismo e a conseqüente quebra do balanço de líquidos do corpo, principal causa da dor de cabeça e da ressaca.
Outro motivo é querer remover com a água o sabor da comida na boca, a intervalos durante a refeição, quando se deseja gozar separadamente o sabor de um vinho muito especial.

Mas temos que ter o cuidado de não “misturar” a água e o vinho, ou seja, não podemos tomar a água em cima do vinho, pois a água tende a limpar o paladar, a assim a água deve ser tomada às vezes, algo como a cada duas taças de vinho, e em particular quando se vai trocar de vinho.

Quando você dispõe a louça, os talheres e os copos na mesa de refeição, deve colocar no mínimo dois copos, um maior para água e outro para o vinho. Servir o vinho à mesa sem esse cuidado indicará falta de conhecimento do assunto.

Uma dúvida freqüente entre os iniciantes no vinho é que tipo de água acompanha o vinho, com gás ou sem gás.
A questão é, água com gás ou sem gás obviamente depende do seu gosto, mas saiba que a água com gás interfere mais no paladar, mas por outro lado o limpa com mais eficiência.

Degustação de águas minerais

1. A degustação deve ser comparativa com no mínimo quatro águas minerais diferentes.

2. Você olha a cor, para ver se não há nada de errado. Observa o tamanho das bolhas, no caso de águas com gás. Depois, cheira.

3. Passamos o líquido pra boca. Para avaliar o sabor, acidez, estrutura, peso, texturas.

E o que acham de uma harmonização das águas com o vinho?
É simples, as águas com mais força ficam melhor com vinhos intensos, encorpados, envelhecidos. As águas mais delicadas pedem brancos aromáticos e leves.

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